Direito do Trabalho · Praia Grande e Jundiaí

Advogado trabalhista em Praia Grande e Jundiaí: para o trabalhador e para a empresa

Demissão, verbas não pagas, horas extras, trabalho sem registro ou uma reclamação contra a sua empresa. Antônio Ramos, OAB/SP 336.414, analisa o caso e explica o que pode ser feito.

Empregado e empresa

Os dois lados da relação

Praia Grande e Jundiaí

Presencial com agendamento

Todo o Brasil

Atendimento online

Advogado Antônio Ramos analisando contrato à mesa do escritório em Praia Grande

Antônio Marcos Corrêa Ramos · OAB/SP 336.414

Nesta páginaVerbas rescisóriasHoras extrasRescisão indiretaTrabalho sem registroAssédio moralAcidente de trabalhoDefesa de empresasAcordos trabalhistas

Quando procurar

O prazo corre a partir da saída da empresa

Quem procura um advogado trabalhista em Praia Grande costuma chegar com a mesma dúvida: vale a pena entrar com a ação? A resposta depende de contas que poucas pessoas fazem sozinhas. Verbas rescisórias, horas extras não pagas, adicional noturno, FGTS sem depósito e multa por atraso formam um valor que só aparece quando alguém soma tudo, com os holerites e os registros de ponto na mesa.

O tempo importa. Pela CLT, o trabalhador tem até dois anos depois do fim do contrato para entrar com a ação e pode cobrar os últimos cinco anos de direitos. Quem deixa passar o prazo perde tudo, mesmo com razão. Por isso o primeiro atendimento serve para organizar documentos, calcular o que é devido e decidir se o caminho é um acordo ou o processo.

Do outro lado da mesa, o escritório também atende empresas e lojistas que receberam uma reclamação trabalhista ou querem evitar a próxima. Contratos de trabalho, rescisões, acordos e defesa em audiência fazem parte da rotina. Como Antônio Ramos atua nas duas pontas, conhece os argumentos que cada lado costuma usar.

O atendimento é presencial com agendamento em Praia Grande, com agendamento em Jundiaí e online para quem está em outra cidade. A conversa inicial organiza o caso e mostra os próximos passos, sem compromisso de contratação.

Situações que merecem análise

  • Demissão sem justa causa com verbas pagas a menos ou fora do prazo
  • Horas extras habituais que nunca entraram no holerite
  • Trabalho sem registro em carteira ou com salário parcial “por fora”
  • Justa causa aplicada sem motivo comprovado
  • Assédio moral, cobranças abusivas e humilhações
  • Acidente de trabalho ou doença ligada à função
  • Empresa que recebeu uma reclamação trabalhista

O que fazemos

Atuação trabalhista completa

Cada situação abaixo tem documento, prazo e cálculo próprios. Veja onde o seu caso se encaixa.

Verbas rescisórias

Saldo de salário, aviso prévio, 13º e férias proporcionais, multa de 40% do FGTS e guias do seguro-desemprego. Conferência do termo de rescisão e cobrança do que faltou.

Horas extras e adicionais

Horas além da jornada, intervalo suprimido, adicional noturno, insalubridade e periculosidade. Cálculo com base em ponto, escalas e testemunhas.

Trabalho sem registro

Reconhecimento do vínculo de emprego, anotação da carteira e pagamento de todos os direitos do período, inclusive FGTS e INSS.

Rescisão indireta

Quando a empresa descumpre obrigações graves, o funcionário pode pedir a rescisão por culpa do empregador e receber como se tivesse sido demitido sem justa causa.

Justa causa e reversão

Defesa contra justa causa aplicada sem prova ou sem proporção. Pedido de reversão para demissão sem justa causa, com as verbas correspondentes.

Assédio moral e danos morais

Cobranças vexatórias, humilhação, isolamento e perseguição. Organização das provas e pedido de indenização.

Acidente de trabalho

Estabilidade de 12 meses após o auxílio, indenização por sequelas e responsabilidade da empresa por falta de segurança.

Para empresas

Defesa em reclamação trabalhista, audiências, acordos, contratos, rescisões e orientação preventiva para revendas, comércio e prestadores de serviço.

Tabela

O que entra em cada tipo de saída da empresa

A forma como o contrato termina define quais verbas a empresa deve pagar. A tabela resume os casos mais comuns na CLT.

Verbas devidas por tipo de rescisão (contrato por prazo indeterminado)
VerbaDemissão sem justa causaPedido de demissãoJusta causaAcordo (art. 484-A)
Saldo de salárioSimSimSimSim
Aviso prévioSim (trabalhado ou indenizado)Deve cumprir ou descontaNãoMetade, se indenizado
13º proporcionalSimSimNãoSim
Férias vencidas e proporcionais + 1/3SimSimSó as vencidasSim
Multa do FGTS40%NãoNão20%
Saque do FGTSIntegralNãoNão80% do saldo
Seguro-desempregoSim, se cumprir os requisitosNãoNãoNão

Prazo de pagamento: até 10 dias corridos depois do fim do contrato. Atraso gera multa equivalente a um salário do trabalhador (art. 477 da CLT). Valores e requisitos variam com o caso concreto.

Provas

O que serve como prova numa ação trabalhista

A reclamação trabalhista se decide por documentos e testemunhas. Quanto mais cedo o material é reunido, mais fácil fica reconstruir a jornada e os pagamentos. Guarde tudo que puder antes mesmo de procurar o advogado.

Os documentos mais úteis são a carteira de trabalho (física ou digital), holerites, extratos do FGTS, cartões de ponto ou prints do aplicativo de ponto, mensagens de WhatsApp com chefes e colegas, escalas, e-mails, atestados e comunicados internos. Conversas que mostram cobranças fora do horário ou ordens para trabalhar além da jornada têm peso especial.

Testemunhas são colegas que presenciaram a rotina. Não precisam ser amigos, mas precisam ter visto o que será dito em audiência. Quem já saiu da empresa costuma ter mais liberdade para depor.

Para a empresa vale o inverso: controle de ponto correto, recibos assinados, política interna por escrito e registro das advertências são o que sustenta a defesa. Empresas que organizam isso antes do problema resolvem a maioria das reclamações em acordo, com custo menor.

Recebeu o termo de rescisão e algo não fechou? Confira os valores antes de assinar.

Empresas e lojistas

Defesa trabalhista para a sua empresa

Uma reclamação trabalhista chega com prazo curto e pede resposta técnica: contestação, documentos, testemunhas e, muitas vezes, uma proposta de acordo que encerre o caso antes que ele cresça. O escritório atende empresas de Praia Grande, da Baixada Santista e de Jundiaí, com atenção especial a revendas de veículos, comércio e prestadores de serviço.

Além da defesa, a assessoria preventiva reduz o risco: modelos de contrato, regras de jornada, controle de ponto, política de advertências e rescisões conduzidas de forma correta. O custo de prevenir é uma fração do custo de uma condenação.

Antônio Ramos atua dos dois lados da relação de trabalho. Isso significa conhecer, na prática, o que o reclamante vai alegar e o que o juiz vai cobrar da empresa.

Como funciona

Do primeiro contato à audiência

Advogado Antônio Ramos no escritório com vista para a orla, atendimento em Praia Grande

Atendimento com agendamento em Praia Grande, Jundiaí e online.

Cláusula 1ª

Contato

Você conta a situação pelo WhatsApp e envia os documentos que já tem.

Cláusula 2ª

Análise e cálculo

O advogado confere prazos, direitos e o valor aproximado do que é devido.

Cláusula 3ª

Acordo ou ação

Quando cabe negociação, ela vem primeiro. Caso contrário, a reclamação é protocolada.

Cláusula 4ª

Acompanhamento

Audiências, perícias e recursos com retorno a cada etapa, até o pagamento.

Onde atendemos

Advogado trabalhista em Praia Grande, na Baixada Santista e em Jundiaí

As reuniões presenciais são em Praia Grande, com agendamento. Quem mora em Santos, São Vicente, Guarujá, Mongaguá, Itanhaém ou Peruíbe tem as audiências nas varas do trabalho da região, e o acompanhamento é o mesmo.

Em Jundiaí e nas cidades vizinhas (Várzea Paulista, Campo Limpo Paulista, Itupeva, Louveira, Vinhedo) o atendimento também é feito com agendamento, e o processo corre na vara do trabalho de Jundiaí. Para quem está em outra cidade, a análise do caso, o envio de documentos e as reuniões acontecem online.

Antônio Marcos Corrêa Ramos, advogado em Praia Grande, OAB/SP 336.414, em retrato de estúdio

Antônio Marcos Corrêa Ramos · OAB/SP 336.414

O advogado

Antônio Ramos, advogado trabalhista em Praia Grande

Inscrito na OAB/SP desde 2013, Antônio Marcos Corrêa Ramos é especialista em Direito Material e Processual do Trabalho e atua tanto para o trabalhador quanto para a empresa. Antes da advocacia, coordenou audiências de conciliação no Procon por cinco anos, experiência que trouxe para a mesa de negociação dos acordos trabalhistas.

O atendimento é direto: quem conversa com você no primeiro contato é quem acompanha o caso até o fim.

OAB/SP

336.414

Desde 2013

Na advocacia

Dois lados

Empregado e empresa

Dúvidas frequentes

Perguntas sobre ação trabalhista

Respostas curtas para as dúvidas que mais aparecem no primeiro contato.

Até dois anos contados do último dia de trabalho. Dentro da ação, é possível cobrar os direitos dos últimos cinco anos. Passado o prazo de dois anos, o direito de reclamar se perde, por isso vale procurar orientação logo após a saída.

Não. Quem trabalhou sem registro pode pedir o reconhecimento do vínculo de emprego na Justiça do Trabalho. Com provas da rotina (mensagens, testemunhas, comprovantes de pagamento), o juiz pode determinar a anotação da carteira e o pagamento de todos os direitos do período.

Na maioria das ações do trabalhador, os honorários são combinados como um percentual sobre o valor que for recebido no final, sem pagamento antecipado. As condições são explicadas e formalizadas em contrato antes do início do trabalho. A OAB não permite divulgar valores em sites, por isso a conversa inicial esclarece esse ponto.

Durante o afastamento pelo INSS (a partir do 16º dia), o contrato fica suspenso e a demissão não produz efeitos. Em afastamentos curtos, a demissão é possível, mas o período de atestado deve ser pago. Se o afastamento foi por acidente de trabalho, há estabilidade de 12 meses após o retorno.

Sim. O atendimento em Jundiaí e região é feito com agendamento, e os processos correm na vara do trabalho de Jundiaí. Para outras cidades, o acompanhamento é online.

Você entra em contato pelo WhatsApp, descreve a situação e envia os documentos que tiver. O advogado analisa prazos e direitos e explica as opções: acordo, ação ou, em alguns casos, nenhuma providência. Só depois disso se fala em contratação.

Próximo passo

Fale com um advogado trabalhista em Praia Grande ou Jundiaí